terça-feira, 30 de setembro de 2014

Atualização Mensal: Setembro de 2014

É... Este sobe e desce das ações não é para qualquer um.
Estou mantendo o sangue frio e tocando o barco!

Vamos aos dados!

Minha carteira mensal: -9,40% x Ibovespa mensal: -11,70%

Minha carteira anual: +3,81% x Ibovespa anual: +5,06%

Composição da carteira atual de ações: 
 
Ativo
Peso
VIVT4
6,32%
GRND3
6,19%
CIEL3
5,60%
BBDC4
5,38%
BBSE3
5,23%
UGPA3
5,22%
ITUB4
5,15%
SBSP3
5,06%
POMO3
5,02%
BBAS3
4,90%
NATU3
4,72%
EQTL3
4,45%
GETI4
4,33%
ETER3
4,27%
ABEV3
4,17%
CMIG3
4,08%
ELPL4
3,85%
MDIA3
3,67%
VALE3
3,30%
ODPV3
3,21%
CCRO3
3,00%
PETR4
2,42%
CMIG4
0,40%
OIBR3
0,06%

Obs: Invisto também em renda fixa, mas faço o acompanhamento apenas das ações.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

[Dúvida do leitor] Dúvida sobre pagamento de imposto, compensação de prejuízo e pagamento do DARF

Segue a dúvida do leitor Anônimo:

"Mestre, sane uma dúvida.

Num MESMO mês,

Vendi R$ 10.638,00 em ações da companhia ABC, com lucro de R$ 250,00;
Vendi R$ 17.298,00 em ações da companhia XYZ, com lucro de R$ 3.576,00

O somatório das vendas resultaria cerca de R$ 28.000,00. Pergunto-te.

1. Preciso recolher os 15%, mesmo sendo ativos diferentes? Explique.

2. Possuo prejuízos a compensar na declaração anual de IRRF. Posso aguardar até lá, em vez de pagar agora o DARF?

Obrigado."


terça-feira, 23 de setembro de 2014

[Guest Post] Identificando o melhor momento financeiro para fazer um investimento

Este post é um oferecimento do Marcos Chaves ao blog Investidor Defensivo.

Todos nós temos grande preocupação não apenas com o nosso futuro financeiro próximo se teremos dinheiro para comprar comida amanhã ou pagar as contas semana que vem, por exemplo, mas, principalmente, com o futuro financeiro a longo prazo. Todos desejam poder se aposentar usufruindo de uma boa renda ou com uma boa reserva de patrimônio, para poder aproveitar o tempo sem trabalhar curtindo do bom e do melhor.

Para isso, é cada vez maior o número de pessoas que lançam mão de investimentos, evitando deixar o dinheiro que sobra parado, empregando-o em funções como gerar uma renda extra, ou garantir a tranquilidade financeira no futuro. Quem ainda não entrou no mundo dos investimentos geralmente não o fez por receio, ou por medo de empregar seu suado dinheiro em um investimento falho. Outros, reticentes, aguardam cair do céu a resposta para a seguinte pergunta:

Qual é o melhor momento financeiro para fazer um investimento?

A resposta é: agora. Um investimento financeiro, seja qual for, inicia-se por uma etapa simples e imprescindível: poupar. Essa é a nossa primeira dica. Você não deve e nem vai investir o que é necessário para a sua sobrevivência e subsistência imediata. Por exemplo, você não vai aplicar na Bolsa de Valores o dinheiro que você precisa para pagar as contas do mês. Não vai sacar toda a sua poupança para comprar um imóvel na planta pensando em revendê-lo. Mas, se depois de pagar todas as suas contas você ainda obtiver uma reserva, poupe-a. Pense que depois, ao investi-la, a tendência é que aquela quantia x vire x+1. Ou 2x. Ou 100x...

Quando você tiver uma reserva de capital razoável, comece a pensar nas possibilidades de investimento, onde você irá aplicar essa reserva. Hoje em dia existem várias possibilidades; você deve encontrar a que se ajustar melhor ao seu perfil, ao seu objetivo de lucros e à sua tolerância a riscos. Talvez você queira um investimento mais tradicional e seguro, como comprar um imóvel e aluga-lo; talvez você queira investir na Bolsa de Valores ou em títulos; isso depende do perfil de cada um, do capital disponível e da tolerância aos riscos.

Qual é o momento certo?

Qualquer hora é hora; mas aqui vai uma dica especial. Muitos investidores, até mesmo os mais calejados, têm medo de momentos de crise. Ocorre que crises são inevitáveis, e qual é o principal efeito de uma crise econômica? Os preços caem! Os preços caem muito! E se os preços estão muito abaixo do que costumam estar, por que não aproveitar essa “oportunidade”?

Warren Buffett, o “Oráculo de Omaha”, um bilionário norte-americano que fez a sua fortuna em investimentos, sobretudo na Bolsa de Valores, tem uma frase famosíssima entre investidores: “Seja medroso quando os outros são gananciosos, e seja ganancioso quando os outros estão com medo”.

Sabe aquele ditado, “depois da tempestade vem a bonança”? Os movimentos são cíclicos. Em toda a crise vende-se a ideia de que o mundo está acabando, mas os mercados afetados seja a Bolsa, seja os mercados imobiliários, os bancos sempre se recuperam. Sempre. E quando os preços começarem a subir, você, que pagou x em um imóvel que agora vale 50x, esfregará as mãos satisfeito por ter feito um investimento certeiro.

Aprendizado para investir

Existem muitos livros que tratam sobre os mais variados nichos de mercado e de investimentos, mas aqui vai mais uma dica que pode parecer estranha: um ótimo aprendizado para investir é estudando quem já trilhou o mesmo caminho.

Não quer dizer que se você fizer exatamente igual a pessoas que obtiveram sucesso anteriormente, você também terá sucesso e ficará estupidamente rico. Mais importante do que saber onde eles acertaram, é saber onde eles erraram.

Lembre-se que, na hora do investimento, trata-se do seu dinheiro e da sua pessoa.

Por Marcos Chaves, colaborador do site Capital de giro .

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O assunto semi-aposentadoria virou tema do momento?

Ao ler os 2 artigos abaixo sobre o novo livro do Gustavo Cerbasi, me lembrou no mesmo instante o conceito de semi-aposentadoria já discutido aqui no blog!

Guru das finanças dá "adeus à aposentadoria" e propõe novo conceito para administrar riquezas

6 passos para a riqueza


Os posts que discuti sobre semi-aposentadoria são estes:
http://investidordefensivo.blogspot.com.br/search/label/semi-aposentadoria

Eu não sei o grau de semelhança e o que é abordado a mais no livro.
Quando eu ler este livro, comentarei sobre o conteúdo dele aqui no blog.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

[Dúvida do leitor] Estratégia para pagar menos ITBI

Segue a dúvida da leitora Isabela:


"Boa Tarde!

Peço, por gentileza, sua ajuda.

Estamos prestes a fazer um financiamento habitacional de um apartamento no valor de 180.000,00 e temos 65.000,00 para darmos de entrada. Contudo, fomos orientados por uma correspondente do banco a dar uma entrada menor ( aproximadamente 20.000,00), para pagarmos menos ITBI. Não sabemos se podemos confiar ou se é mais uma estratégia do Banco.

Aqui em minha cidade, o ITBI é recolhido da seguinte forma:
2% sobre o valor da entrada
0,5% sobre o valor do financiamento

A idéia dada consiste em darmos uma entrada menor, aumentarmos o prazo do financiamento e logo no mês seguinte amortizarmos  45.000,00 do saldo devedor. No entanto, não sabemos o que é melhor, uma vez que o financiamento sofre as variações da TR.

Peço sua ajuda para tomarmos a melhor decisão.

Desde já agradeço."


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

[Guest Post] A crise financeira e seus desdobramentos

Este post é um oferecimento do Artur Salles Lisboa de Oliveira ao blog Investidor Defensivo.

A crise financeira de 2008 foi desencadeada pela engenhosidade de instituições financeiras que venderam ativos no mercado, cujos lastros eram os pagamentos das hipotecas. Quando a bolha imobiliária chegou ao seu limite e os preços das residências começaram a se depreciar, as famílias não tiveram alternativa senão entregar seus imóveis aos bancos. Como conseqüência, bilhões de dólares foram perdidos por bancos de todo o mundo em decorrência do calote financeiro.

Em um contexto dramático, caracterizado por famílias endividadas, trabalhadores desempregados, grandes empresas à beira da falência e pânico, as bolsas de valores derreteram em todo o mundo como reflexo de projeções sombrias quanto à economia global. O que movia os preços dos ativos, naquele momento, eram expectativas de ações governamentais firmes que contivessem o desespero dos investidores – algo altamente danoso para o setor produtivo e, por conseguinte, para os trabalhadores.

O governo norte-americano não tardou em lançar planos de socorro aos bancos, à indústria automobilística, ao setor imobiliário, sob o olhar desconfiado daqueles que foram os maiores prejudicados: os contribuintes. Em um salto extraordinário, os índices acionários recuperaram – alguns, inclusive, superaram – os patamares anteriores à crise financeira. A economia real ainda estava trôpega, mas os investidores ao redor do mundo não hesitaram em esticar os preços das ações negociadas em bolsa.

Quando tudo parecia mais calmo, a tal crise das dívidas soberanas acomete a Europa. Também algo promovido pela irresponsabilidade, sendo que desta vez os erros foram cometidos pelos governos, que sustentaram inúmeros benefícios para funcionários públicos por longos períodos de tempo. Enquanto as economias de diversos países europeus apresentavam condições favoráveis, a gastança era sustentada, em parte, pelo comércio exterior que assegurava a entrada de divisas. Em seguida a 2008, essa fonte de recursos foi drenada substancialmente.

Quanto à crise européia, há controvérsias: uns atribuem à Alemanha um papel fundamental no gerenciamento das questões econômicas por meio de inúmeros socorros oferecidos à Grécia, a peça fundamental de todos os problemas, apesar da economia diminuta. Por outro lado, outros acreditavam que o mal deveria ter sido extirpado sob o argumento que sem gregos para afundar a zona do euro, o bloco certamente seguiria um rumo melhor em direção ao crescimento. Os alemães preferiram bancar a manutenção grega.

O que se vê hoje nos mercados acionários, cujos rumos desempenham forte influência na economia real por meio da emissão de novos títulos ou dívidas por empresas necessitando de recursos para dar suporte aos seus projetos, é um comportamento altamente viciado e, por conseguinte, danoso. Com a injeção de bilhões mensais nos mercados mediante o Quantitative Easing (política de afrouxamento), os investidores se tornaram “dependentes” da política monetária a ponto de meras expectativas serem capazes de gerar grandes movimentos nas bolsas de valores.

Pior: os mercados agem como crianças mimadas, que “choram” quando sujeitos a perspectivas de recuo da política de afrouxamento monetário, mesmo quando a motivação para tal atitude é baseada em projeções melhores para a economia mundial. O raciocínio predominante se torna invertido, incoerente, o que prejudica em muito as decisões do empresariado quanto a investimentos produtivos em aquisição de bens para elevação da produção futura. Tudo fica de cabeça pra baixo com um mercado “viciado” no Federal Reserve.

O grande legado da crise financeira, apesar de não ser abordado com freqüência na grande mídia, é que caminhamos em passos largos para uma cultura da futurologia, no qual as pessoas não se importam tanto em produzir conhecimento ou novos métodos de produção, mas de apostar no futuro para um ganho financeiro fácil. E em parte essa tendência à adivinhação é fomentada por uma política equivocada – apesar de reconhecer a sua importância em alguns aspectos – que ao gerar movimentos obtusos e bruscos nas bolsas beneficia os grandes especuladores.

Breve perfil:
Artur Salles Lisboa de Oliveira é administrador de empresas com 7 anos de experiência no mercado financeiro.
Colunista da Revista Exame (Blog Meandros das Bolsas).


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[Guest Post] O mercado de ações é uma excelente opção para os jovens que desejam investir

Este post é um oferecimento da Regina Di Ciommo, colaboradora do site Capital de Giro ao blog Investidor Defensivo.

Os jovens precisam encarar o Mercado financeiro e de capitais sem os mitos que costumam cercar essas atividades. Se as novas gerações aprenderem a participar dos investimentos em ações vão dar um salto em direção à independência financeira a médio e longo prazos, além de contribuírem para fortalecer o mercado e as empresas do Brasil.

O BM&FBovespa apoia essa ideia e criou o grupo Ação Jovem do Mercado Financeiro e de Capitais. O grupo já conta com seis mil associados, funcionando em São Paulo e seus seminários, palestras e outros eventos recebem nomes de destaque na área empresarial e financeira. O objetivo é apoiar o jovem que inicia na atividade de investimento, orientando para os direitos e riscos envolvidos na Bolsa de Valores.

Aprender a jogar
Quando o jovem entende como funciona o mercado e identifica as melhores estratégias e alternativas para participar como investidor, pode passar a maximizar as oportunidades e administrar riscos com paciência e até minimizá-los.

O mundo das ações parece complicado, com uma linguagem que de início é estranha. Mas na medida em que estuda e se familiariza com as expressões utilizadas, o conteúdo vai se tornando acessível e o jovem pode buscar o que for mais adequado para o seu caso. Para quem está querendo se libertar da rotina, dos horários e da monotonia de ser empregado em uma empresa e não tem paciência para a burocracia, o mercado de ações oferece ótimas oportunidades. O conhecimento técnico e a experiência construídos durante algum tempo são suficientes para administrar o risco e evitar prejuízos no longo prazo.

Imagem: http://www.granabook.com.br/capitulo/6

Primeiros passos
Se todo início de mês você paga suas contas e tem que enfrentar ainda uma despesa inesperada que já consome todo seu salário, é possível que esteja faltando planejamento financeiro no seu orçamento. O que fazer?

- A primeira coisa que é preciso fazer para começar a investir em ações e atingir o objetivo de se libertar do salário é controlar as despesas.

- O passo seguinte é começar um processo de organização e seguir uma disciplina para o acompanhamento das receitas, gastos e investimentos de economias mensais. 

- A Planilha de Orçamento, é a ferramenta que pode ajudá-lo. Deve se adaptar às necessidades individuais, porque cada pessoa tem necessidades específicas, isto é, o que você considera supérfluo, pode ser essencial para o seu companheiro ou companheira, por exemplo.

O investimento
O objetivo para investir é sempre o mesmo: conseguir maiores ganhos. O mercado oferece muitas alternativas para os investidores, mas cada uma vai se adequar a um perfil de investidor. Apesar do objetivo ser o mesmo, os investidores variam desde os mais conservadores, que não querem se arriscar, até os mais agressivos, que enfrentam grandes riscos. Ou seja, o que faz a diferença no mercado é o grau de risco nos investimentos.
Os investidores mais conservadores podem optar pela renda fixa, em que não há perda, mas o lucro é bem pequeno se comparado com o investimento em ações, ou renda variável. A poupança, se comparada com ações, não rende praticamente nada.
Quem entra no mercado de ações não pode ter uma mentalidade imediatista e achar que vai lucrar rapidamente. Assim também, quanto maior o risco, maior será o ganho, mas também a perda. Quem não está disposto a arriscar, não pode esperar os ganhos maiores.

Para começar, o investidor jovem pode aprender aplicando uma quantia que pode arriscar sem comprometer a sua vida financeira. Poderá ser um dinheiro que, caso seja perdido, não ocasionará grandes traumas. Depois de estudar e aprender a investir, aí poderá arriscar uma quantia de dinheiro maior.

Se no início ocorrerem perdas, é preciso habilidade emocional e paciência para que a perda seja compensada no futuro. Para quem está realmente interessado em aprender e for persistente, cada perda representa um investimento. Uma boa forma de aprender são os simuladores em sites conhecidos, que ensinam a operar com ações. Os cursos oferecidos pelas corretoras são muito úteis, porque eles contam com profissionais especializados para ajudar você. Eles podem orientar quanto aos novos produtos disponíveis no mercado e aqueles que atendem melhor suas necessidades.

É importante frequentar cursos, palestras e ler artigos e livros sobre mercado de capitais. As informações são úteis para administrar da melhor forma os investimentos e levar o jovem investidor a uma vida financeiramente independente. Com todo um futuro pela frente, o jovem precisa e pode se planejar para viver com a melhor qualidade de vida possível.

Por Regina Di Ciommo, colaboradora do site Capital de Giro.

Compras: UGPA3, SBSP3 e Tesouro Direto LFT

Com dividendos do mês passado e um bom aporte, comprei UGPA3 por R$ 57,74 e SBSP3 por R$ 21,76. Comprei também tesouro direto LFT para reserva de emergência.

A estratégia continua sendo ter uma carteira de 20 ações, com 5% de participação em cada.
Para balancear, todo mês compro uma ou duas ações que estão abaixo dos 5% de participação.

Este mês comprei exatamente as 2 empresas que estavam com menor peso na minha carteira.


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