sábado, 10 de setembro de 2011

Por que compensa o sacrifício de poupar

O que entendo da resposta do Mauro Halfeld, em resumo:
Frugalidade e conservadorismo!
Tesouro direto, Dividendos, Fundos Imobiliários na jogada!
Cabe lembrar que o velhote do texto já acumulou o capital...
Talvez a composição para alcançar o capital teria que ser outra bem diferente (lembrei dos comentários do VR e do Investimentos e Finanças nos meus posts anteriores...).

Segue o texto:

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Revista: Época
Título: “Coluna Mauro Halfeld – Por que compensa o sacrifício de poupar”
Data: 19/05/2008
Crédito: Mauro Halfeld


Poupar é adiar o consumo presente, visando a um consumo maior no futuro. As pessoas poupam com dois objetivos básicos: consumir mais ou enfrentar o declínio que a natureza impõe à capacidade produtiva do homem após certa idade. Tais propósitos garantem, na prática, uma compensação para o sacrifício de não consumir hoje, de gastar menos do que nossa renda permitiria e de acumular reservas a ser usadas no futuro.

Tenho 66 anos e estou pendurando a gravata em troca de um tênis. Tenho alguma coisa como R$ 2 milhões em dinheiro e um gasto mensal de R$ 15 mil. Como devo dirigir as aplicações para garantir renda com um mínimo de impacto no capital? – Roberto

Parabéns pelo sucesso em acumular esse patrimônio! Para ter uma renda mensal de R$ 15 mil e ainda preservar o capital, você precisará obter um rendimento líquido de 0,75% ao mês, acima da inflação, continuamente. Há poucos anos, você poderia fazer isso facilmente aplicando em renda fixa. Hoje, obter um rendimento assim não é trivial. Com a queda dos juros, seu objetivo será cada vez mais difícil no futuro. Uma alternativa bem conservadora seria comprar papéis do Tesouro Direto (www.tesourodireto.gov.br) que pagam, depois de descontar o Imposto de Renda e as tarifas dos bancos, cerca de 0,35% ao mês além da correção pelo IPCA (inflação). Assim, você poderia contar com uma renda perto de R$ 7 mil e ainda deixar o capital como herança para seus familiares. Se você realmente quiser manter o padrão de gastos de R$ 15 mil por mês, terá de abrir mão, lentamente, de seu capital. No mesmo Tesouro Direto, você poderia sacar cerca de R$ 15 mil por mês, corrigidos pela inflação durante 15 anos, aproximadamente. Você poderia pensar em alternativas mais rentáveis. Fundos de ações que pagam bons dividendos seriam indicados para alocar até 20% de seu capital. Fundos imobiliários chegam a obter rendimentos superiores a 0,7% ao mês, livres de impostos, e poderiam receber outros 20% de seu capital. Mas é bom lembrar que essas alternativas embutem riscos de mercado, ou seja, eventualmente podem gerar prejuízos. Por isso, eu manteria, pelo menos, 60% do capital no Tesouro Direto. Caminho menos prazeroso, mas bem mais seguro, é promover um corte em suas despesas mensais. Quem sabe você consegue, com pouco esforço, reduzi-las para R$ 10 mil ou R$ 12 mil mensais? Isso vai lhe proporcionar muito mais tranqüilidade na gestão de seu capital.
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Fonte:

Um comentário:

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